Raul
Brandão
Raul
Germano Brandão nasceu na Foz do Douro a 12 de Março de 1867, localidade onde
passou a sua adolescência e mocidade. Sendo filho e neto de homens do mar, o
oceano e os homens do mar foram um tema recorrente da sua obra.
Depois de uma passagem menos feliz
por um colégio do Porto, Raul Brandão gravita para o grupo dos nefelibatas,
sendo sob o seu signo que desperta para o mundo das letras e publica as suas
primeiras obras.
Em 1891, terminado o curso secundário e depois de uma breve passagem, como ouvinte, pelo Curso Superior de Letras. Matricula-se na Escola do Exército. Com este ingresso, ao que parece a contragosto, inicia uma carreira militar caracterizada por longas permanências no Ministério da Guerra envolvido na máquina burocrática militar. Nas suas próprias palavras ”no tempo em que fui tropa vivi sempre enrascado”. Paralelamente, mantém uma carreira de jornalista e vai publicando extensa obra literária.
Em 1891, terminado o curso secundário e depois de uma breve passagem, como ouvinte, pelo Curso Superior de Letras. Matricula-se na Escola do Exército. Com este ingresso, ao que parece a contragosto, inicia uma carreira militar caracterizada por longas permanências no Ministério da Guerra envolvido na máquina burocrática militar. Nas suas próprias palavras ”no tempo em que fui tropa vivi sempre enrascado”. Paralelamente, mantém uma carreira de jornalista e vai publicando extensa obra literária.
Em
1896 foi colocado no Regimento de Infantaria 20, em Guimarães, cidade onde
conhece a sua futura esposa. Casa no ano seguinte, iniciando a construção de
uma casa, a Casa do alto, na freguesia de Nespereira, arredores daquela cidade.
Aí se fixará em definitivo, gravitando toda a sua vida em torno daquela
localidade, embora com prolongadas estadias em Lisboa e noutras cidades.
Reformado no posto de capitão, em 1912, inicia a fase mais fecunda da sua produção literária.
Reformado no posto de capitão, em 1912, inicia a fase mais fecunda da sua produção literária.
Frederico
Pestana Botelho
N:8
T:A 7ºAno
Frederico
Pestana
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